A maledicência dos medíocres
1. Antes de mais, o Braga jogou bem e ganhou, merecidamente, a um Benfica fragilizado, que optou por defender um (fraco) resultado, e deu-se mal.
1.1. A arbitragem é alheia ao resultado, como aliás o vergonhoso (mais do que envergonhado) silêncio de Koeman bem indicia.
2. Por outro lado, Nuno Gomes fez um gesto que indicia que os jogadores do Braga, ou pelo menos o jogador em causa, faziam uso de substâncias proibidas.
2.1. Num país a sério, a torpeza das acusações não deixaria de ser severamente punida.
2.2. E daí, num país a sério, não se construía um mito a partir de um jogador cuja veia goleadora se revelava, com particular acuidade, nos pennalties e nos golos marcados "estilo pinball".
2.3. Finalmente, num país a sério, a ocasião em que Petit (há cerca de um ano?) estranhou o fôlego competitivo de um adversário teria merecido reflexão.
3. As afirmações (gestos, não deixam de ser declarações - públicas, por sinal) de Nuno Gomes são graves em si mesmas, mas mais graves se tornam porque não assumidas pelos jogadores em causa, e porque silenciadas por uma comunicação social tão medíocre como a segunda parte do jogo.
3.1. Só a mediocridade de jogo efectivamente jogado por cada um dos intervenientes explica a maledicência e desrespeito manifestada perante Colegas de profissão.
4. Mal posso esperar pelas – seguramente brilhantes – declarações de Luís Filipe Vieira...
1. Antes de mais, o Braga jogou bem e ganhou, merecidamente, a um Benfica fragilizado, que optou por defender um (fraco) resultado, e deu-se mal.
1.1. A arbitragem é alheia ao resultado, como aliás o vergonhoso (mais do que envergonhado) silêncio de Koeman bem indicia.
2. Por outro lado, Nuno Gomes fez um gesto que indicia que os jogadores do Braga, ou pelo menos o jogador em causa, faziam uso de substâncias proibidas.
2.1. Num país a sério, a torpeza das acusações não deixaria de ser severamente punida.
2.2. E daí, num país a sério, não se construía um mito a partir de um jogador cuja veia goleadora se revelava, com particular acuidade, nos pennalties e nos golos marcados "estilo pinball".
2.3. Finalmente, num país a sério, a ocasião em que Petit (há cerca de um ano?) estranhou o fôlego competitivo de um adversário teria merecido reflexão.
3. As afirmações (gestos, não deixam de ser declarações - públicas, por sinal) de Nuno Gomes são graves em si mesmas, mas mais graves se tornam porque não assumidas pelos jogadores em causa, e porque silenciadas por uma comunicação social tão medíocre como a segunda parte do jogo.
3.1. Só a mediocridade de jogo efectivamente jogado por cada um dos intervenientes explica a maledicência e desrespeito manifestada perante Colegas de profissão.
4. Mal posso esperar pelas – seguramente brilhantes – declarações de Luís Filipe Vieira...
2 Comments:
At 3:16 da tarde,
Paulo Martins said…
É o laxismo de esquerda aliado à cultura benfiquista.
At 5:43 da tarde,
Nuno Moraes Bastos said…
Aliás, eles até equipam de vermelho...
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