
Teve incício no passado fim-de-semana, mais uma edição (a 19ª) do Estoril Open, o maior torneio de Ténis que se realiza em Portugal.
Este ano, como sabem todos os que ligam ao desporto em geral, e ao Ténis em particular, a edição é abrilhantada pela presença do número 1 mundial há mais de 4 anos consecutivos, para muitos o melhor tenista de todos os tempos, Roger Federer. Federer está empenhado em ganhar o Torneio que lhe falta do Grand Slam, o Roland Garros, o maior ou mais importante Torneio de terra batida. Para tal, Federer pensou em jogar mais um Torneio nesta superfície este ano e escolheu o "nosso" Torneio (com grande mérito do João Lagos, como se sabe o grande organizador do Estoril Open). Merece os nossos parabéns (de todos os amantes do Ténis) por tamanho prestígio que esta presença representa para o nosso país! E não esquecer no quadro feminino, a presença da jovem Michelle Brito (apenas 15 anos), que tem estado em destaque nos primeiros torneios deste ano [entretanto, ao consultar os resultados online, vi que foi eliminada por 2-6, 6-0 e 6-4].
Esperemos que Federer consiga mostrar a sua qualidade, a bem da expectativa e do sucesso do Torneio (os 5.000 bilhetes para a final esgotaram no passado dia 9, ou seja, antes ainda do Torneio começar, conforme podem ler aqui.) E segundo João Lagos, o complexo do Jamor já é pequeno para tanta procura...
Quanto à participação masculina portuguesa está a ser um sucesso. Frederico Gil venceu categoricamente o francês Mahut, 43º do mundo, por 6-0 e 6-3, indo encontrar outro português, João Sousa, nos oitavos de final. Está, portanto, garantida um portugês nos quartos de final, podendo o encontro ser Gil ou Sousa contra... Federer. Mas a ver vamos... Já Gastão Elias, outro tenista português não conseguiu vencer o seu jogo contra o cabeça-de-série nº 8, Michael Berrer.
3 Comments:
At 1:56 da tarde,
Anónimo said…
É um acontecimento que a mim me diz muito. Desde pequeno que tenho assistido às várias edições do Estoril Open. Para além, de nele ter trabalhado desde os tempos de apanha-bolas a figuras como Medvedev, Emílio Sanchez, Bruguera, Thomas Muster, ...
Este ano acho que o quadro se encontra genericamente mais fraco do que em edições anteriores. Há uma grande diferença de ranking dos 2 1ºs cabeças de série (Federer e Davydenko) para os restantes.
Ontem realizei um sonho que foi o de ver ao vivo, apesar de muito inconsistente, o grande Federer. Está a iniciar o circuito de terra batida e ainda precisa de algumas afinações se quer ganhar o Roland Garros.
At 9:37 da manhã,
Nuno Moraes Bastos said…
Miga,
Grande torneio, miserável timing: tanta interrupção por conta da chuva não trouxe nada de bom.
Fica a questão: é preferível um torneio com mau tempo e grandes figuras ou bom tempo e figuras medianas?
É que em Abril, águas mil.
At 9:38 da manhã,
Nuno Moraes Bastos said…
Paulo,
É verdade, mas o prize money não dá para tudo...
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